Identificar, mapear e propor um manejo seguro das formigas cortadeiras do Campus
As formigas cortadeiras (Atta) do Campus danificam árvores e travam os projetos de plantio. O projeto identifica a espécie com apoio de especialistas, mapeia os formigueiros em mutirão e testa um manejo de baixo impacto em área delimitada
Formiga cortadeira desfolha muda nova em uma noite, e é por isso que plantio no Campus tem histórico de não emplacar: Horta Comunitária, Floresta de Bolso e Pomar Comunitário esbarram no mesmo obstáculo. Combater sem saber qual espécie é, onde estão os ninhos e qual o tamanho deles produz aplicação repetida de produto sem resultado duradouro, o que é caro e pior para o ambiente do que uma intervenção dirigida. O projeto inverte a ordem: primeiro identificação e censo, depois um protocolo de manejo de baixo impacto testado em área delimitada, com medição de eficácia antes de qualquer aplicação ampla
A comunidade do Campus, que convive com a perda progressiva de árvores e canteiros, e os projetos de plantio que hoje não conseguem manter mudas de pé: Horta Comunitária, Floresta de Bolso e Pomar Comunitário
Relatório preliminar concluído, com duas espécies prováveis identificadas a partir de fotos. Próximos passos: coleta de exemplares, envio para identificação em laboratório e mutirão de censo dos formigueiros
Você vai a campo coletar exemplares em pontos diferentes do Campus e percorrer o terreno localizando e registrando os formigueiros, com posição, dimensão e estado. Há também o trabalho de organizar os dados coletados, acompanhar o teste-piloto e medir o resultado. Parte do projeto é de articulação: conversar com especialistas em entomologia (ICN Unifal-MG ou o setor de Entomologia da UFLA) para a identificação e com a administração do Campus sobre a proposta de manejo. Você também participará da definição de uma proposta de manejo e controle sustentável (em conjunto com profissionais da área, EMATER e EMBRAPA), apresentar os resultados ao Campus e aos projetos parceiros, traçar um plano para execução mais ampla no Campus e acompanhar a aplicação e eficácia do programa de controle
Como se faz um censo de campo com método, do registro padronizado à amostragem, em vez de anotar o que aparece. Noções de identificação entomológica e por que espécies próximas exigem manejo diferente. E a diferença entre aplicar um produto e desenhar um protocolo com teste controlado, medição de eficácia e recomendação escrita
Os itens tracejados dependem de algumas condições e possibilidades.
Procuramos: 4 pessoas para o mutirão de mapeamento
Entre com o CienTec ID (usando o email da Unifal) para manifestar interesse no projeto!
Entrar com o CienTec IDElegível para registro como ação de extensão
A identificação das espécies depende de quem tem formação em entomologia, seja no ICN da UNIFAL-MG, seja no Departamento de Entomologia da UFLA, e esse é o apoio mais crítico do projeto. Docentes de ciências agrárias e ambientais podem avaliar as alternativas de manejo e a compatibilidade com a fauna do Campus. A Direção e a Administração de Campus são interlocutoras necessárias para o teste-piloto e para a execução posterior
Entre com o CienTec ID (usando o email da Unifal) para manifestar interesse em oferecer apoio ao projeto.
Entrar com o CienTec IDApoio do ICN da UNIFAL-MG ou do Departamento de Entomologia da UFLA para identificar as amostras coletadas
Frascos, álcool para conservação das amostras, GPS ou aplicativo de campo, trena e material de sinalização dos ninhos
Quantidade definida após a identificação da espécie e a escolha do protocolo
EMATER, EMBRAPA ou profissional com experiência em controle de cortadeiras
Estes projetos se conectam a este — por tema, por lugar ou porque um destrava o outro.